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5ª Bienal terá participação
recorde de artistas gaúchos e brasileiros Durante entrevista coletiva, o presidente da Fundação, Elvaristo do Amaral aproveitou para salientar: “É o maior número de artistas brasileiros e gaúchos que já participaram das Bienais anteriores. Será um evento único na América Latina.” Amaral também reiterou a importância dos artistas e dos patrocinadores do evento: “A 5ª Bienal, assim como todas as demais, não existiriam, nem teriam vida sem os artistas. Além disso, a Fundação Bienal chegou até a 5ª edição graças às parcerias estabelecidas entre o poder público e a iniciativa privada. Não teríamos chegado até aqui, nem teríamos condições de fazer um anúncio desta envergadura, sem o apoio de nossos patrocinadores”. Os investimentos e patrocinadores teriam sido as razões da demora em anunciar a lista dos artistas participantes. Conforme o presidente: “A captação de recursos é um processo difícil. Infelizmente no Brasil é ainda muito difícil levantar recursos para projetos desta natureza. Tivemos o cuidado de amarrar ao máximo possível o anúncio do nome dos artistas com o suporte financeiro necessário. Nem sequer encerramos esta parte de captação, temos vários projetos em andamento”. A 5ª Bienal estaria orçada, em aproximadamente 9,7 milhões, e deste valor, praticamente 90% resulta da participação do Governo através do Ministério da Educação e Cultura, de aportes feitos pelas estatais, de aportes feitos pela iniciativa privada através de leis de incentivo e renúncias fiscais. A 5ª Bienal do Mercosul acontece em Porto Alegre, entre os dias 30 de setembro e 4 de dezembro e tem como tema Histórias da Arte e do Espaço. Conforme o curador-geral Paulo Sérgio Duarte: “As mostras fazem parte de um recorte histórico recente, e espero que sirvam para o público estabelecer relações de que a produção contemporânea não é algo que cai do céu, que chove de uma nuvem e baixa na cabeça dos artistas, mas que eles condensam nos dias de hoje uma experiência da cultura plástica de nosso país”. Em relação ao aumento de artistas brasileiros o curador afirmou: “Todos os artistas que estarão aqui, só estarão por causa da excelência dos seus trabalhos e não por causa de suas certidões de nascimento”. Perguntado sobre a escolha dos artistas Paulo Sérgio disse: “Aos 59 anos de idade, tendo escrito mais 200 artigos, tendo presidido a Comissão Nacional de Artes Plásticas da Funarte, de ter dirigido o Instituto Nacional de Artes Plásticas, tendo trabalho na Coordenação Nacional da Área de Referência Cultural da Fundação Nacional Pró-Memória, tenho um currículo que me permite ter uma visão abrangente da produção nacional. Acredito que a minha experiência acumulada durante três décadas me permite ter uma visão definida da arte”. Paulo Sérgio porém salienta que não é uma Bienal autoral e sim um recorte da produção contemporânea.
Algumas considerações do curador
da Bienal, “Insisti na importância da pintura pois, desde que nasci não cansaram de matar a pintura. No século XX já tinham a matado umas três ou quatro vezes, mas ela continua mais viva do que nunca. Esqueceram de avisar os pintores de que a pintura estaria morta e eles continuam a pintar. Graças à isso existem grandes artistas que utilizam este suporte mais que milenar”. “A Bienal, assim como outras instituições, só existem porque existe arte e só existe arte porque existem artistas. Acho muito difícil escolher os artistas, dizer este sim e este não. Sofro muito com isso”. “Quem conhece meus textos sobre arte e tecnologia sabe que não é a minha área de maior simpatia. Já comparei a importância de um Goeldi com certas apresentações eletrônicas lamentáveis, ele me surpreende muito mais do que os caras com suas paletas eletrônicas de milhões de cores. Mas é fato, é uma realidade no mundo contemporâneo que um novo espaço está sendo construído, um deles é a própria internet. Mas, embora a formação do meu olhar não seja capaz de perceber novos valores nestes espaços, tenho certeza de que está emergindo novos valores nestes espaços” “Temos que respeitar uma arte quando ela está em gestação, quando ela não tem uma experiência histórica muito acumulada para se apresentar na plenitude do seu potencial. A arte digital não irá se apresentar com a maturidade de uma pintura. Então é justo que quando a gente olha para uma maçã do Cezzane encontre muito mais inteligência visual do que as vezes em uma arte feita em rede ou feita na cibernética. É preciso não comparar estas diferenças, um novo olhar está em gestação e eu não possuo um olhar capaz de ver esta arte em gestação. Eu fui formado olhando as maçãs do Cezzane e não arte em rede. Mas é uma forma de arte que está aí, e que tem as qualidades que eu não sou capaz de ver. Por isso na 5ª Bienal terá este espaço para essa nova experiência, e a escolha dos artistas foi pelo currículo, não pelo juízo da obra”. Mais informações no site www.bienalmercosul.art.br |
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Artista Homenageado: Amilcar de Castro Esculturas Monumentais - Largo Glênio Peres Pinturas - Museu de Arte do RS - MARGS A Aventura da Coerência - Armazém A7 Amilcar de Castro - Programador Visual - Usina do Gasômetro Vetor: Da Escultura à Instalação Núcleo Histórico: A (re)invenção do espaço Local: Santander Cultural Aluísio Carvão - Brasil Américo Spósito - Uruguai Amilcar de Castro- Brasil Carmelo Arden Quin - Argentina Enio Iommi - Argentina Franz Weissmann - Brasil Hélio Oiticica - Brasil Lygia Clark - Brasil Lygia Pape - Brasil Max Bill - Suíça Nelson Ramos - Uruguai Sergio Camargo - Brasil Ulises Carrión - México Willys de Castro - Brasil Vetor: Da Escultura à Instalação Núcleo Contemporâneo Local:Cais do Porto - Armazém A3/A4 Afonso Tostes - Brasil Alejandra Andrade - Bolívia Alessandra Vaghi - Brasil Angelo Venosa - Brasil Anna Maria Maiolino - Brasil Antonio Manuel - Brasil Artur Lescher - Brasil Carlos Fajardo - Brasil César Martínez - México Dominique Serrano - Chile Einar de la Torre e Jamex de la Torre - México Elaine Tedesco - Brasil Ernesto Neto - Brasil Fernando Lindote - Brasil Iole de Freitas - Brasil Jac Leirner - Brasil José Resende - Brasil Laura Vinci - Brasil Lucia Koch - Brasil Marcelo Callaú - Bolívia Marcelo Silveira - Brasil Mariela Leal - Chile Osvaldo Salerno - Paraguai Pablo Vargas Lugo - México Patricio Farias - Brasil Paz Carvajal García - Chile Raquel Schwartz - Bolívia Rivane Neuenschwander - Brasil Roman Ariel Vitali - Argentina Rosa Velasco R - Chile Rulfo - Uruguai Sandro Pereira - Argentina Sergio Meirana - Uruguai Vera Chaves Barcellos - Brasil Waltércio Caldas - Brasil Vetor: A Persistência da Pintura Núcleo Histórico: Experiências Históricas do Plano Local: Museu de Arte do RS - MARGS Abraham Palatnik - Brasil Alfredo Volpi - Brasil Arthur Luiz Piza - Brasil Décio Vieira - Brasil Geraldo de Barros - Brasil Hércules Barsotti - Brasil Iberê Camargo - Brasil Ivan Serpa - Brasil Juan Mele - Argentina Lidy Prati - Argentina Luiz Sacilotto - Brasil Manuel Espínola Gómez - Uruguai Maria Leontina - Brasil Maria Luisa Pacheco - Bolívia Matilde Perez - Chile Milton Dacosta - Brasil Mira Schendel - Brasil Rubem Ludolf - Brasil Waldemar Cordeiro - Brasil Washington Barcala - Uruguai |
Vetor: Transformações do Espaço Público Obras Permanentes Local:Orla do Guaíba Carmela Gross - Brasil José Resende - Brasil Mauro Fuke - Brasil Waltércio Caldas - Brasil Vetor: Transformações do Espaço Público Obras Temporárias Local:Orla do Guaíba / Paço dos Açoarianos / Armazéns Bettina Brizuela - Paraguai Iran do Espírito Santo - Brasil Mario Sagradini - Uruguai Nelson Felix - Brasil Nuno Ramos - Brasil Paulo Vivacqua - Brasil Siron Franco - Brasil Vetor: Direções no Novo Espaço Local:Usina do Gasômetro Adriana Bustos - Argentina Alessandra Sanguinetti - Argentina Alonso Yáñez - Chile Bia Medeiros - Brasil Carlos Amorales / Nuevos Ricos - México Claudia Casarino - Paraguai Claudia Missana - Chile Daisy Xavier e Célia Freitas - Brasil De Cortillas - Chile Diana Domingues - Brasil Elcio Rossini - Brasil Elvira Santamaría - México Enrica Bernardelli - Brasil Enrique Aguerre - Uruguai Enrique Zamudio - Chile Ensamble Cumshort - Chile Erick Beltran - México Felipe Baeza - Chile Fernando Llanos - México Fernando Melo - Chile Francisca Garcia - Chile Fredi Casco - Paraguai Geopolio m7 red - Argentina Gonzalo Mezza - Chile Guillermo Gómez-Peña - México Jacqueline Lacasa - Uruguai Jaílton Moreira - Brasil Javiera Torres - Chile Joaquin Sanchez - Bolívia Jorge Francisco Soto - Uruguai Laura Erber - Brasil Lazo - Chile Leandro Tartaglia - Argentina Lenora de Barros - Brasil Logo - Uruguai Manuel Rocha Iturbide - México Manuela Vieragallo - Chile Marcelo Grosman - Argentina Marcos Chaves - Brasil Mariana Castillo Deball - México Mario Navarro - Chile Vetor: A Persistência da Pintura Núcleo Contemporâneo Local: Cais do Porto - Armazém A5/A6 Adriana Varejão- Brasil Antonio Dias - Brasil Benjazmín Ocampos - Paraguai Bernardo Krasniansky - Paraguai Boris Viskin - México Camilo Yáñez - Chile Carlos Colombino - Paraguai Carlos Pasquetti - Brasil Carlos Vergara - Brasil Carlos Zílio - Brasil Célia Euvaldo - Brasil Daniel Feingold - Brasil Daniel Senise - Brasil Dudi Maia Rosa - Brasil Eduardo Cardozo - Uruguai Eduardo Sued - Brasil Elizabeth Jobim - Brasil Fábio Miguez - Brasil Franco Aceves Humana - México Germana Monte-Mór - Brasil Gisela Waetge - Brasil José Bechara - Brasil Juan Tessi - Argentina Karin Lambrecht - Brasil Maria Lucia Cattani - Brasil Mariano Molina - Argentina Niura Machado Bellavinha - Brasil Nuno Ramos - Brasil Patricia Israel - Chile Sandra Cinto - Brasil
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